Guilherme Bretas, 27, é artista visual e arquiteto, graduado pela FAUUSP. Em sua pesquisa investiga representação negra na fotografia, memória e arquivos negros, se utilizando de Inteligência Artificial para intervir em retratos e registros históricos. Oartista foi indicado para o Prêmio PIPA em 2023 e atuou como curador da exposição “TEBAS: uma pedra no chão” no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia). Atualmente suas obras figuram em acervos importantes dentro e fora do país como o Instituto PIPA, IfA – Institut für Auslandsbeziehungen e o Sertão Negro.

Guilherme já participou em diversas ações ligadas à Memória e Tecnologia em instituições como: Rede Sesc, Unibes Cultural, Centro Cultural Vila Itoró, Consulate General of Ireland, entre outros. Em 2022, ministrou a palestra: “Projection Mapping in Brazilian Territories” no Interactive Communication Program da NYU.
Além disso, o artista já colaborou ao longo da sua carreira com diversos outros artistas, projetos, empresas e pesquisadores como: Giselle Beiguelman, Almir Almas, Coletivo Coletores, Gabriel Rolim, Festival de Fotografia de Paranapiacaba, Centro Cultural Ouvidor 63, Nike, HBO e Globosat, SSA Mapping, Festival do Futuro, já tendo seus trabalhos expostos em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Hamburgo, Nova Iorque.